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DE OLHO NO LENÇO

TRÊS HISTORIAS DE PIONEIROS ADVENTISTA PARA AS CLASSES.

JOSEPH BATES (1792-1872)

Joseph Bates

Aos 15 anos de idade, Joseph Bates “embarcou” em um navio comercial. Durante os 21 anos subsequentes, viveu a vida de marinheiro e capitão de navio. Bates voltou a viver uma vida normal em 1828, com uma pequena fortuna. Durante o Despertamento Adventista, o capitão de navio aposentado tornou-se um respeitado evangelista e líder espiritual entre os Adventistas.

No começo 1845, Bates foi providencialmente guiado a uma compreensão da verdade a respeito do Sábado do sétimo dia, e, em 1846, publicou um panfleto de 48 páginas sobre o assunto. O respeitado capitão era o membro mais idoso de nossa igreja pioneira, e tornou-se o primeiro presidente da Associação Adventista do Sétimo Dia local (Michigan, 1861). Ele viveu até os 80 anos. Um dos motivos pelos quais tinha tanta resistência física, a despeito de muitos sacrifícios, era sua maneira simples de alimentação e hábitos temperantes. Bates organizou as primeiras Sociedades de Temperança nos EUA (os membros tomavam um voto de não fazerem uso de bebidas alcoólicas). Bates era um homem muito espiritual, com visão bem definida e a coragem de um leão. Não hesitou fazer sacrifícios quando surgia alguma necessidade.

TIAGO WHITE (1821-1881) 

Tiago White  


Em sua juventude, Tiago White foi professor de escola. Posteriormente, tornou-se um ministro do evangelho no estado do Maine. Aceitou as ideias de Guilherme Miller sobre a segunda vinda e teve muito êxito na pregação da doutrina da breve vinda do Salvador.
Ele era um executivo talentoso e capaz, líder missionário e poderoso evangelista. Não apenas tomou parte, juntamente com Guilherme Miller, Joseph Bates e dezenas de outros pregadores, no anúncio da vinda de nosso Senhor durante a década de 1840, mas sobreviveu ao movimento milerita, tornando-se o primeiro grande apóstolo da causa Adventista do Sétimo Dia.
Tiago White foi o publicador do primeiro periódico emitido por Adventistas do Sétimo Dia: o Present Truth (1849); foi também o primeiro editor da Review and Herald (1850), do Youth’s Instructor (1852), e daSigns of the Times (1874). Foi presidente da Associação Geral nos anos de 1865-1867, 1869-1871 e 1874-1880.
Se houve alguém que pode ser considerado o fundador da Casa Editora Review and Herald, esse foi Tiago White, juntamente com sua esposa, Ellen White. Ele patrocinou e promoveu a Casa Editora Pacific Press.
Morreu no dia 6 de agosto de 1881, com apenas 60 anos de idade. Literalmente se matou de trabalhar. Os irmãos dependiam tanto dele que sua elevada fortaleza ruiu. Seus sessenta anos de vida foram gastos de maneira abnegada e sem interesses próprios. Nenhum outro ministro Adventista do Sétimo Dia trabalhou mais do que ele no sentido de estabelecer princípios elevados e eficiência na vida de nossas igrejas e instituições.

BIOGRAFIA DE ELLEN G. WHITE 

Ellen White teve cerca de 2 mil sonhos e visões de Deus   


Quem foi Ellen Gould White e por que milhões de pessoas consideram seus escritos de especial valor e significado?
Ellen White teve cerca de 2 mil sonhos e visões de Deus

Ellen G. White foi uma pessoa de notáveis talentos espirituais, que viveu a maior parte de sua vida durante o século 19 (1827-1915). Contudo, através de seus escritos, ela continua exercendo um extraordinário impacto sobre milhões de indivíduos ao redor do mundo.
Durante toda a sua vida ela escreveu mais de 5.000 artigos e 49 livros; mas hoje, incluindo compilações de seus manuscritos, mais de 150 livros estão disponíveis em inglês, e cerca de 90 em português. Ellen G. White é a escritora mais traduzida em toda a história da literatura. Seus escritos abrangem uma ampla variedade de tópicos, incluindo religião, educação, saúde, relações sociais, evangelismo, profecias, trabalho de publicações, nutrição e administração. Sua obra-prima sobre o viver cristão feliz, Caminho a Cristo, já foi publicada em cerca de 150 idiomas.
ellen-g-white-profetizaOs Adventistas do Sétimo Dia creem que Ellen White foi muito mais que apenas uma escritora talentosa – creem que ela foi apontada por Deus para ser uma mensageira especial, a fim de atrair a atenção de todos para as Sagradas Escrituras, e ajudá-los a se prepararem para a segunda vinda de Cristo. Desde os 17 anos de idade até a ocasião de seu falecimento aos 87 anos, Deus lhe concedeu cerca de 2000 sonhos e visões. As visões variavam em duração, podendo ser de menos de um minuto até cerca de quatro horas. O conhecimento e conselhos recebidos através dessas revelações foram por ela escritos, a fim de serem compartilhados com outros. Assim, seus escritos são aceitos pelos Adventistas do Sétimo Dia como inspirados, e a qualidade excepcional dessas obras é reconhecida mesmo por leitores ocasionais.

Os livros de Ellen White auxiliam na compreensão da Bíblia.

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 Como nos é declarado no livro Nisto Cremos “Os escritos de Ellen White não constituem um substituto para a Bíblia. Não podem ser colocados no mesmo nível. As Escrituras Sagradas ocupam posição única, pois são o único padrão pelo qual os seus escritos – ou quaisquer outros – devem ser julgados e ao qual devem estar subordinados” (Nisto Cremos, Associação Ministerial, Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1989, p. 305).

Contudo, conforme escreveu Ellen White, “O fato de que Deus revelou Sua vontade aos homens por meio de Sua Palavra, não tornou desnecessária a contínua presença e direção do Espírito Santo. Ao contrário, o Espírito foi prometido por nosso Salvador para aclarar a Palavra a Seus servos, para iluminar e aplicar os seus ensinos” (O Grande Conflito, p. 9).

 A biografia a seguir é um relato mais detalhado da vida e obra dessa extraordinária mulher, a qual, passando por todos os testes de um verdadeiro profeta, conforme apontados pelas Sagradas Escrituras, ajudou no estabelecimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Os primeiros anos

A 26 de novembro de 1827 nasceram duas meninas gêmeas à casa de Roberto e Eunice Harmon. Ellen e Elisabete foram os nomes dados a essas meninas. A pequena fazenda da colina (agora conhecida como “Fort Hill Farm”), ficava perto da vila de Gorham, Maine, cerca de dezenove quilômetros a leste de Portland, Maine, no nordeste dos Estados Unidos. Visto haver oito filhos na família Harmon, podemos ter certeza de que a casa era um lugar interessante e movimentado. Poucos anos depois do nascimento das gêmeas, contudo, Roberto Harmon abandonou o trabalho da fazenda e se mudou para a cidade de Portland onde se dedicou a negócios.

Durante a infância, a ativa e alegre Ellen ajudava no trabalho de casa e auxiliava o pai na manufatura de chapéus. Com nove anos de idade, uma tarde ao voltar da escola para casa, foi ferida por uma pedra que a colega de classe lhe atirou. Esse acidente quase lhe custou a vida.

Ficou inconsciente durante três semanas, e nos anos seguintes sofreu grandemente como resultado do sério ferimento no nariz. Ellen era incapaz de continuar os trabalhos escolares, e parecia a todos que a menina antigamente promissora não poderia viver por muito tempo. No ano de 1840 Ellen assistiu, com os pais, à reunião campal metodista em Buxton, Maine, e lá, com a idade de 12 anos, entregou o coração a Deus. Voltando para casa, por sua insistência foi batizada por imersão pelo ministro metodista nas ondas revoltas do Oceano Atlântico, que banhava as praias de Portland, e nesse mesmo dia foi recebida como membro da igreja metodista.

A mensagem do Advento 

Com outros membros da família, Ellen assistiu às reuniões adventistas em Portland em 1840 e 1842, aceitando plenamente os pontos de vista apresentados por Guilherme Miller e seus companheiros, e confiantemente aguardou a volta do Salvador em 1843, e depois em 1844. Ellen era fervorosa obreira missionária, trabalhando com seus jovens companheiros, e fazia sua parte em proclamar a mensagem do advento. Muitas vezes trabalhava longas horas com abnegação a fim de poder obter os meios para propagar a preciosa mensagem a outros. A juventude de Ellen não diminui a amargura do grande desapontamento de 22 de outubro de 1844 e, assim como outros, ela buscou fervorosamente a Deus por luz e direção nos dias de perplexidade que se seguiram. No tempo crítico, quando muitos estavam vacilando ou abandonando sua experiência adventista, juntou-se Ellen Harmon a quatro outras irmãs no culto familiar enquanto estava na casa de um companheiro de fé, no sul de Portland, numa manhã do fim de dezembro. O Céu parecia escuro perto do grupo em oração, e ao repousar o poder de Deus sobre Ellen, perdeu ela a noção do ambiente terreno, e numa revelação figurada testemunhou as viagens do povo do advento para a cidade de Deus. (Primeiros Escritos, pp. 13-20). Quando a jovem de dezessete anos relatou, tremendo e relutantemente, essa visão aos crentes em Portland, foi ela aceita como luz de Deus. Atendendo à direção do Senhor, Ellen viajou com amigos e parentes de um lugar para outro, conforme a oportunidade, relatando aos grupos esparsos de adventistas o que lhe fora revelado, tanto na primeira visão, como nas que se sucederam. Aqueles dias não eram fáceis para os adventistas desapontados. Não somente sofriam escárnio e o ridículo do mundo em grande escala, mas eles mesmos não estavam muito unidos, e toda sorte de fanatismo se levantou em suas próprias fileiras. Pela revelação, o Senhor mostrou a Ellen Harmon o surgimento de alguns desses movimentos fanáticos, e lhe foi dada a responsabilidade de reprovar fielmente o mal e apontar o erro. Esse trabalho ela achou difícil de realizar.

Casamento de Tiago e Ellen White 


Numa viagem a Orrington, Maine, Ellen encontrou um jovem pregador adventista, Tiago White, que contava então vinte e quatro anos de idade, e como seus trabalhos, ocasionalmente, faziam com que os dois se encontrassem, brotou uma afeição que depois de se terem certificado do que o Senhor os estava guiando, levou-os a se unirem mais tarde em matrimônio, em agosto de 1846.


Nas primeiras poucas semanas que se seguiram ao casamento, Tiago e Ellen entregaram-se ao estudo cuidadoso de um folhetinho de quarenta e seis páginas publicado pelo Pastor José Bates em New Bedford, Massachusetts, intitulado “The Seventh-day Sabbath” (O Sábado do Sétimo Dia), e que apresentava evidências das Escrituras quanto à santidade do sétimo dia. Claramente viram a exatidão dos pontos de vista apresentados, e aceitaram a luz. Cerca de seis meses mais tarde, no sábado, 7 de abril de 1847, estando a irmã White em visão, foi-lhe mostrada a lei de Deus no santuário celestial com auréola de luz ao redor do quarto mandamento. Essa visão trouxe mais clara compreensão da importância da verdade do sábado, e confirmou a confiança dos adventistas nela. (Primeiros Escritos, pp. 32-35). Os primeiros dias da experiência de casados de Tiago e Ellen White foram repletos de pobreza e às vezes de angústia. Nessa fase de nossa obra, antes de se efetuar a organização da igreja, e antes que fosse provido o sustento regular do ministério, dependiam os obreiros do trabalho de suas mãos para seu apoio financeiro, de modo que o tempo de Tiago White dividia-se entre trabalhar e pregar, e ganhar a vida na floresta, na estrada de ferro ou no campo de feno. A 26 de agosto de 1847 chegou ao lar da família White um menino, Henrique. Sua presença trouxe alegria à jovem mãe, mas Ellen White logo viu que devia deixar o filho com amigos de confiança e continuar o trabalho, viajando e dando a mensagem que Deus lhe confiara. Os poucos anos seguintes tiveram um registro de viagens, visitas ao “rebanho disperso”, de assistência a conferências e escrever.


fontes:http://www.adventistas.org/pt/espiritodeprofecia/sobre-nos/biografia-de-ellen-g-white/

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CAMPORI DE DESBRAVADORES DA DSA




O Projeto

O campori é um grande acampamento que reúne adolescentes, jovens e crianças que participam dos clubes de desbravadores mantidos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em todo o mundo. Em 2019, o evento deve receber cerca de 45 mil desbravadores entre os dias  8 a 13 de janeiro, na cidade de Barretos, interior de São Paulo. 

Tema e Emblema 2019

O tema do campori para 2019 é “A Melhor Aventura”, sobre as grandes vivências do adolescente do século XXI como desbravador, cidadão, cristão, missionário e peregrino rumo ao reino dos céus. A escolha do emblema passou por um concurso que envolveu os desbravadores de oito países sul-americanos. O vencedor foi o chileno Sebastian Leonardo Gabilán Gonzalez, de 13 anos, morador da cidade de Concepción. A imagem mostra dois membros do Clube indo em direção a uma montanha íngreme. Para concluir a caminhada,  eles dão as mãos a um líder que estende as mãos a Jesus. 

Video Promocional




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Logo oficial do Campori de Desbravadores sul-americano

Concurso recebeu desenhos de oito países da América do Sul.

Já foi definido o logo oficial do Campori sul-americano de 2019 de Desbravadores com o tema A melhor aventura. A escolha do emblema passou por um concurso que envolveu os desbravadores dos oito países sul-americanos. O vencedor foi o chileno Sebastian Leonardo Gabilán Gonzalez, de 13 anos, morador da cidade de Concepción. A imagem mostra dois membros do Clube indo em direção a uma montanha íngreme. Para concluir a caminhada,  eles dão as mãos a um líder que estende as mãos a Jesus. Para o pastor Udolcy  Zukowski, diretor do Ministério de Desbravadores na região, a imagem traduz a caminhada em direção ao céu que só pode ser concluída com apoio mútuo e confiança em Deus.

O pastor considera que o desenho do jovem Sebastian traduziu essa jornada de maneira muito fiel.  “A caminhada para o céu é uma aventura. O adolescente vai passar por dificuldades, como, por exemplo a rejeição dos amigos ou até mesmo da família. Mas ele terá pessoas que o apoiem na caminhada e o guiem até Jesus”, afirma. Segundo Zukowski, a ideia de deixar que juvenis e adolescentes participassem da conclusão do símbolo do evento faz parte da filosofia dos líderes de clubes de toda a América do Sul. “O evento é do desbravador, não dos líderes. Ninguém melhor que eles para traduzir o tema”, enfatiza.


O logo oficial foi aprovado nesta semana
Logo Aprovado
Desenho original de
Desenho Original


Campori



O Campori deve receber cerca de 45 mil desbravadores entre os dias  8 e 13 de janeiro de 2019, em Barretos, interior de São Paulo. O evento terá como temática as grandes aventuras vividas pelo adolescente do século XXI como desbravador, como cidadão, como cristão, como missionário e cidadão ao reino do céu. Durante o evento, está prevista uma atividade em que serão consagrados alguns missionários, que auxiliarão nas Ilhas Malvinas (Falkland Islands) com o objetivo de auxiliar juvenis e adolescentes do local. O mapa de infraestrutura com locais de barracas, cozinhas, banheiros e outros já está pronto. O pastor Udolcy Zukowski comenta, ainda, que a organização do Campori tem a intenção de deixar na cidade um relógio solar que servirá como ponto turístico e deve ser inaugurado durante o acampamento .



Creditos; http://noticias.adventistas.org/pt/noticia/adolescente/aprovado-logo-oficial-do-campori-de-desbravadores-sul-americano-2019/

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